Em Bento Gonçalves (RS), a professora do Atendimento Educacional Especializado (AEE), Fabi Caio, utilizou o jogo Piquenique para trabalhar com um estudante do 3º ano do Ensino Fundamental diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Como o aluno tinha grande interesse por paisagens e desenhos de cidades, a educadora encontrou no tabuleiro do jogo uma forma de conectar o conteúdo ao seu universo de interesses.
Ao longo das aulas, o aluno passou a registrar escolhas, compreender regras, aguardar sua vez de jogar e desenvolver estratégias de planejamento. Segundo a professora, a estrutura visual e previsível do jogo ajudou a transformar conceitos abstratos em experiências concretas. “O jogo Piquenique transformou um conteúdo de alta abstração em uma experiência estruturada, visual e segura, respeitando o perfil de aprendizagem do aluno enquanto desenvolvia autonomia, planejamento e habilidades sociais”, relata.


