As mulheres seguem ocupando papel central na transformação da educação pública brasileira, e os dados das formações do Instituto reforçam esse protagonismo.
No primeiro ciclo EaD de 2026, 85% dos participantes inscritos nos nossos cursos eram mulheres, totalizando mais de 2,4 mil educadoras conectadas em uma rede nacional de aprendizagem. O percentual acompanha um padrão recorrente nas avaliações e ciclos formativos do IBS, demonstrando que a presença feminina tem sido constante e expressiva nas ações promovidas pelo Instituto.
A forte presença feminina acompanha o perfil histórico da educação básica brasileira, especialmente na Educação Infantil e nos Anos Iniciais, mas também o protagonismo das mulheres na construção de práticas pedagógicas mais inovadoras, colaborativas e conectadas aos desafios contemporâneos.
Os dados do Relatório Trimestral de Atividades do IBS também mostram uma diversidade racial relevante entre os participantes das formações. Mais da metade do público inscrito se autodeclara pardo (57%), enquanto 9% se identificam como pretos e 1% como indígenas.
Além de ampliar o alcance da formação docente, esse cenário reforça a diversidade na formação de lideranças educacionais dentro das redes públicas de ensino. Presente em todos os estados brasileiros, o EaD do Instituto fortalece práticas mais inclusivas, democráticas e conectadas às diferentes realidades dos territórios, conectando educadoras de municípios de diferentes portes e contextos sociais, promovendo troca de experiências, fortalecimento profissional e construção coletiva de soluções pedagógicas para os desafios vividos nas escolas.
Formação conectada à BNCC e aos ODS
A avaliação externa das formações do IBS também reforçou o alinhamento das formações do Instituto entre os conteúdos trabalhados e as diretrizes educacionais nacionais e globais.
Mais de 80% dos participantes reconheceram conexão entre os cursos e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os dados mostram ainda que 86% dos professores afirmam que os jogos podem ser trabalhados de forma interdisciplinar, permitindo que o tema dialogue com diferentes áreas do conhecimento e com desafios contemporâneos vividos pelos estudantes.
Dessa forma, o Instituto contribui para transformar a Educação Financeira em um tema transversal dentro das escolas, aproximando o aprendizado da realidade dos alunos e fortalecendo competências ligadas à cidadania, autonomia e pensamento crítico.

